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Dúvidas sobre o futuro ministro da economia.

Quem acompanha a economia brasileira e empresários em geral estão ansiosos à espera do nome do novo ministro da Fazenda.

Dúvidas sobre o futuro ministro da economia. Quem acompanha a economia brasileira e empresários em geral estão ansiosos à espera do nome do novo ministro da Fazenda.
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Quem acompanha a economia brasileira e empresários em geral estão ansiosos à espera do nome do novo ministro da Fazenda. Na verdade, todo mundo deveria prestar atenção nisso, pois a escolha da presidente Dilma Rousseff vai dar um sinal muito forte de como ela vai administrar a economia pelo menos no início do seu novo governo. E isso vai fazer muita diferença no nosso dia a dia.
No entanto, a presidente disse hoje que só vai anunciar o novo ministro depois do dia 17 de novembro, quando ela voltar de uma reunião do G20, dos chefes de governo das maiores economias do mundo.
Por que há tanta ansiedade com o nome do novo ministro? Porque não se trata apenas de um novo ministro. Durante o primeiro governo Dilma, o ministro da Fazenda na verdade foi a própria presidente. Foi ela que deu a linha da política econômica, as linhas gerais e mesmo os menores detalhes. Essa política não deu certo, como se sabe. O Brasil não vai crescer nada neste ano. O emprego parou de crescer. Os investimentos em novos negócios vem diminuindo. O consumo cresce cada vez mais devagar. Mesmo assim, a inflação permaneceu alta. O governo está no vermelho. Não tem como gastar mais em obras ou em aumento de programas sociais. Em suma, o que a gente tem dito faz mais de um ano aqui no jornal da Gazeta.
Se a presidente escolher um nome de peso, de alguém que tenha certa independência e com ideias um tanto diferentes daquelas do primeiro governo Dilma, isso pode representar um início de mudança. De que vão ser tomadas medidas de imediato para corrigir os problemas do primeiro mandato. Essas medidas vão ser amargas, mas podem representar uma virada e até mudar o humor econômico do país. O problema aí pode ser político: a presidente fez campanha criticando com força as ideias de mudança da oposição. Mas talvez tenha de adotar algumas receitas que criticou, se desmentindo pelo menos em parte.
Caso a presidente continue na mesma toada do primeiro governo, a situação vai continuar a se deteriorar lentamente.
De qualquer modo, 2015 não vai ser fácil. Mas pode ser um ano de preparação, de saída da crise. Ou de um mergulho nela, se nada mudar.
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