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Há 70 anos, em Hiroshima, a primeira bomba atômica

Há 70 anos, em Hiroshima, a primeira bomba atômica
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Hoje é um dia triste para a humanidade. Há 70 anos, os Estados Unidos lançaram uma primeira bomba atômica. Foi na cidade japonesa de Hiroshima. Era uma novidade dolorosa na tecnologia de guerra. Morreram entre 140 mil e 250 mil civis. Uma segunda bomba seria lançada três dias depois, sobre Nagasaki. Terminava a guerra no Pacífico, e com ela a Segunda Guerra Mundial. A bomba de Hiroshima foi uma demonstração de força do governo americano, que poderia ser evitada. Historiadores afirmam que os japoneses já estavam negociando a rendição. Mas prevaleceu a versão do Pentágono, de que a bomba impediu a invasão da principal ilha do Japão, o que provocaria combates com armas convencionais, e mais de um milhão de mortos. A bomba foi lançada por um quadrimotor Boeing B-29, às 8h10 da manhã. Era um dia quente e ensolarado no Japão. Mas os Estados Unidos tinham uma segunda intenção. Queriam dar um recado à Rússia, que se tornaria a potência rival durante a Guerra Fria. Diziam naqueles tempos que, se a Terceira Guerra Mundial fosse nuclear, a Quarta Guerra seria disputada com estilingues e tacapes. A humanidade seria destruída e renasceria na Idade da Pedra. Existem hoje 192 países. E só um punhado possui a bomba atômica. São apenas nove. Existem as cinco potências tradicionais, que são a China, a França, a Rússia, o Reino Unido e os Estados Unidos. A Índia, o Paquistão e a Coreia do Norte também têm a bomba. Israel também, mas nunca confessou isso publicamente. Uma das grandes conquistas da diplomacia mundial foi o Tratado de Não-Proliferação, de 1970. Ele serviu de cartilha para que outros países não entrassem no clube. E vejam vocês que o Brasil e a Argentina também já pensaram em construir a bomba. Ainda bem que desistiram, há coisa de 30 anos. Era só o que faltava termos uma corrida nuclear na América Latina. A bomba teria sugado o dinheiro da saúde, da educação e do combate à pobreza. É assim que o mundo gira. Boa noite.

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