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Incontinência sexual está derrubando Trump

Comentário de Política Internacional, com João Batista Natali.

Incontinência sexual está derrubando Trump Comentário de Política Internacional, com João Batista Natali.
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Pois faltam apenas 25 dias para a eleição presidencial nos Estados Unidos. E a situação do candidato republicano, Donald Trump, é desesperadora. Vamos ver mais de perto. Trump até ganhava votos quando defendia o isolamento da economia americana, com a retirada do país dos blocos internacionais de comércio. Trump até ganhava votos quando confundia muçulmanos com terroristas, e pretendia colocar um policial para tomar conta de cada mesquita. Trump até ganhava votos quando elogiava a Rússia e o ditador Vladimir Putin. Mas a situação dele virou quando se revelou, na semana passada, o comportamento dele no campo sexual. É um cafajeste, que abolina mulheres e se gaba, com palavras muito grosseiras, de ser um grande sedutor. Donald Trump afirma que está sendo difamado pelas mulheres que o acusam. Mas existem os vídeos divulgados. E os vídeos não mentem. A incontinência sexual do candidato republicano está acabando com a candidatura dele. É uma coisa que o eleitorado não perdoa. O eleitorado conservador, e de menor escolaridade, vota com uma mão no dinheirinho que está no bolso, e com a outra mão no coração, onde ficam as reservas morais de cada um. Vale lembrar que o descontrole sobre a própria sexualidade, acabou com a carreira política do francês Dominique Strauss-Kahn. Ele era diretor-geral do FMI, quando tentou estuprar uma arrumadeira, num hotel de Nova York. Foi preso e nem chegou a se candidatar à presidência da França, em 2012. Era o favorito do Partido Socialista. Mas nos Estados Unidos, com o naufrágio da candidatura de Donald Trump, quem está agora nadando de braçadas é a candidata Hillary Clinton. Ela é a mais fraquinha, em décadas, entre os candidatos do Partido Democrata. Mas agora, a não ser que ela seja machucada por algum grande escândalo, ela já pode preparar as malas para se mudar mais uma vez para a Casa Branca, onde o marido dela, Bill Clinton, foi por oito anos presidente. É assim que o mundo gira. Boa noite.

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