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Despesas essenciais sobem mais que em 2013

Despesas essenciais sobem mais que em 2013
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Vocês lembram da "inflação do tomate"? Em abril de 2013, os preços da comida estavam subindo muito. O preço do tomate crescia ainda mais. Naquela época, o tomate acabou virando símbolo da alta dos preços da alimentação. Virou piada nas redes sociais. As pessoas diziam que comer tomate era coisa de rico etc e tal. Mas o problema mesmo é que nós estávamos sentido que a inflação da comida estava pesada.
Em abril de 2013, a inflação anual da comida chegou a 14%. Agora, está perto de 13%, como soubemos hoje pelos números do IBGE. Isso é uma média. Claro que tem coisa que subiu muito mais.
A inflação dos alimentos parece que foi um dos vários motivos que ajudou a causar o mau humor que daria nas manifestações de junho de 2013. Foi a primeira impressão de que a economia não ia bem: crescia menos e o custo de vida estava alto.
A diferença agora é que a inflação em geral é mais alta: era de 6,5% lá em 2013. É de quase 11% agora. E é mais alta justamente naquelas coisas que a gente não pode evitar, coisas do dia a dia essenciais.
Para piorar, o preço da energia e dos combustíveis subiu, na média, 36% em um ano. Lá em abril de 2013, subia 11%. Nos gastos com transporte e habitação, diferenças também enormes.
Ou seja, nas despesas essenciais, comer, morar, se mover pela cidade, a conta de luz, tudo ficou muito mais caro, subiu muitíssimo mais que em 2013.
Esse é um dos motivos pelos quais as pesquisas de confiança do consumidor mostram grande pessimismo. Menos dinheiro do bolso por causa da inflação ou porque a renda caiu, junto com pessimismo e medo de perder o emprego, são fatores que causam ainda mais estrago na economia.
Essa grande depressão nacional deve ser um dos motivos pelos quais os economistas começam a dizer que 2016 deve ser tão ruim quanto 2015.
Hoje de tarde, os economistas do banco Itaú soltaram a revisão de sua análise para o ano. Acham que a economia encolheu 3,9% no ano passado e deve encolher outros 4% neste 2016.
Estão entre as maiores recessões da história da República do Brasil.

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