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Desemprego sobe, e o poder de compra cai

O comércio não é o único setor que vem demitindo. Na indústria e na construção a situação é bem pior.

Desemprego sobe, e o poder de compra cai O comércio não é o único setor que vem demitindo. Na indústria e na construção a situação é bem pior.
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O comércio não é o único setor que vem demitindo. Na indústria e na construção a situação é bem pior. Nem os serviços estão escapando, que é um setor que ainda mantém alguma expansão. De acordo com o IBGE, a taxa mensal de desemprego chegou a 6,7% em maio, a maior para o mês desde 2010. Em maio do ano passado estava em 4,9%. Era uma situação de quase pleno emprego. O quadro é mais grave entre os mais jovens. O desemprego na faixa de 18 a 24 anos bateu em 16,4%. A piora está sendo muito rápida. Outro levantamento do IBGE, a PNAD contínua, que é mais ampla e deve substituir essa pesquisa mensal, mostrou o desemprego geral em 8% no trimestre encerrado em abril. E essas pesquisas ainda trazem um outro dado preocupante, que é a queda de renda, em termos reais. Segundo a pesquisa divulgada hoje, a massa real de salários, já descontada a inflação, caiu 5,7% sobre um ano atrás e 1,9% em relação ao mês anterior. É muito. É uma queda forte do poder de compra da população, que reduz a demanda, o que bate direto nos resultados das empresas e só pode provocar mais desemprego. É essa a expectativa. Tem muitas empresas trabalhando no limite, segurando como podem. Aí vem mais aumento de impostos, desaceleração maior das vendas, mais aumento dos juros, crédito mais caro. Nessas condições, o que se pode esperar é que o desemprego cresça mesmo, reforçando o atual ciclo negativo da economia. Mais que isso: o desemprego é um dos fatores que mais podem atrapalhar, depois, a retomada. As empresas só voltam a contratar quando percebem uma reação efetiva do movimento, das vendas. Pra haver essa reação é preciso que as pessoas tenham como consumir. E o desemprego alto não facilita muito, não é mesmo? Até quem não é atingido diretamente fica mais cauteloso. Eu volto na segunda. Até lá.
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