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China desacelera e amplia preocupações no Brasil

Esse comportamento ruim do mercado, com disparada do dólar, foi reflexo, principalmente, de dados desfavoráveis da economia chinesa.

China desacelera e amplia preocupações no Brasil Esse comportamento ruim do mercado, com disparada do dólar, foi reflexo, principalmente, de dados desfavoráveis da economia chinesa.
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Esse comportamento ruim do mercado, com disparada do dólar, foi reflexo, principalmente, de dados desfavoráveis da economia chinesa. A produção industrial caiu pelo décimo mês consecutivo, reforçando o temor de uma desaceleração mais forte do crescimento chinês. As bolsas de lá até tiveram as operações interrompidas pra evitar queda mais forte, passando dos 7%. A China, mais devagar, compromete o comércio internacional, afetando as várias economias, dos Estados Unidos ao Brasil. A balança comercial brasileira até teve um bom desempenho em 2015, pelo menos, em termos de saldo. Fechou o ano com superávit de quase 19 bilhões e 700 milhões de dólares. Isso ajuda muito a melhorar as contas externas do País. É um dos poucos dados positivos em meio à deterioração quase geral dos indicadores de atividade. E, neste ano, o saldo deve ser ainda melhor. O mercado já prevê uns 35 bilhões. Só que é uma reação decorrente do recuo das importações, prejudicadas pela queda do consumo e dos investimentos, e não da retomada das exportações. As vendas externas até são favorecidas pelo dólar mais alto, mas ainda há muita ineficiência na produção industrial, o custo Brasil pesa muito, o que dificulta uma recuperação mesmo das exportações. Por isso a desaceleração da China preocupa mais. Pode afetar as vendas de produtos básicos, das commodities, como minério, produtos agrícolas, que já perderam preço em 2015. Enfim, o cenário global pode trazer dificuldades adicionais em meio a tantos problemas que já temos no âmbito doméstico. O relatório Focus desenhou um cenário bem pessimista pra 2016. Aliás, bem parecido com o de 2015, com inflação alta, recessão pesada, provavel aumento dos juros, sem incluir o pior efeito da crise, que é o aumento do desemprego. A tensão de hoje do mercado financeiro pode ter sido uma amostra do que virá ao longo do ano, se não tivermos uma saída para a crise política, com uma redefinição mais convincente e responsável da política econômica. O calendário mudou, mas as crises continuam. É cuidar pra que 2016 não seja pior que 2015. Eu volto na quinta. Até lá.
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