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Acordo histórico entre China e EUA pode reduzir emissões de gases

Quem viver, verá!

Acordo histórico entre China e EUA pode reduzir emissões de gases Quem viver, verá!
Faz apenas 5 dias que os Estados Unidos e a China firmaram o histórico acordo para reduzir a emissão de gases de efeito estufa que estão aumentando a temperatura do Planeta a ponto de provocar tragédias nunca antes registradas.

 
O acordo é histórico, porque não se esperava que os dois maiores poluidores do mundo viessem a se acertar em relação ao aquecimento global. As metas que os dois países propõem são, no entanto, ainda muito tímidas. A China sugere que deverá atingir o máximo de emissões em 2030 e só depois pretende diminuir a quantidade de gases. Já os Estados Unidos assumiram o compromisso de, em 2025, diminuir as emissões de 26 a 28 por cento em relação a 2005.

 
Estas metas parecem ser um recomeço das preocupações de países mais industrializados, desde o fracasso do protocolo de Kioto assinado em 1997 e que não deu em nada, pois estes mesmos países, em sua maioria, roeram a corda e deram as costas para o futuro.

 
O fato é que, com acordo ou sem acordo, os países precisam acelerar suas medidas de combate ou mesmo de adaptação às mudanças climáticas. Em outubro do ano que vem, 190 países estarão se reunindo em Paris para mais uma rodada de conversas para um acordo global sobre o aquecimento. Será a vigésima primeira vez que o mundo se encontra para tentar fechar este acordo.

 
E fica a pergunta que não quer calar: será que governantes da China e dos Estados Unidos terão a coragem de cumprir estas metas, mesmo sabendo que vão precisar cortar na própria carne, pois redução de emissão de gases se dá diminuindo o ritmo econômico, mudando rigorosamente hábitos de produção e consumo, ou trocando a matriz energética que, nos Estados Unidos é o petroleo e na China é o carvão, os dois grandes causadores do gas carbônico. Será que vão?

 

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