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Desbravador: há 50 anos, Fittipaldi iniciava saga vitoriosa do Brasil na F1

Betano

 

Em 1972, Emerson Fittipaldi tornou-se o primeiro piloto brasileiro a conquistar um título de Fórmula 1. Superando obstáculos praticamente intransponíveis, o paulistano que cresceu amando esportes a motor realizou o sonho de infância. Filho do locutor esportivo Wilson Fittipaldi, o popular Barão, a corrida sempre esteve em sua vida e, conforme a avó materna, desde pequeno Emmo dizia que seria piloto. Seu sucesso fez com que a F1 se popularizasse no Brasil, e até hoje milhares de fãs do esporte acompanham os GPs na expectativa de saber quem vencerá a temporada. Aqueles que gostam de prever resultados podem arriscar seus palpites em plataformas como a Betano.

 

Para chegar à Fórmula 1, nos anos 1970, Fittipaldi teve de passar por cima de dificuldades financeiras, logísticas e, claro, afetivas. Afinal, arcar com os custos de uma vida na Europa, sem garantia de sucesso, em um esporte caro e longe dos familiares, não era uma tarefa fácil. Mas ainda havia outro desafio. Isso porque, naquela época, a F1 era um esporte extremamente perigoso.

 

Os protocolos e equipamentos de segurança ainda não eram tão avançados quanto hoje e, por isso, Fittipaldi perdeu diversos colegas durante sua carreira. E, de acordo com ele, várias vezes pensou em abandonar o esporte. Ao longo da década de 70, o mundo da Fórmula 1 viu dez pilotos morrerem em atividade.

 

A morte mais impactante, que até hoje comove Fittipaldi, foi a do talentoso François Cevert. O galã francês, que era companheiro e seria o substituto do lendário Jackie Stewart, foi decapitado ao colidir com um guard-rail, em Watkins Glen (EUA). Essa era a realidade nua e crua da F1 na época em que Fittipaldi competia.

 

Mas o brasileiro passou por cima das dificuldades e conquistou seu primeiro título em 1972, repetindo a dose em 74. No entanto, em 1976, ele saiu da McLaren para embarcar em uma nova aventura: criar a primeira equipe brasileira de Fórmula 1. Naquele ano nascia a Escuderia Fittipaldi – ou Copersucar-Fittipaldi. Para chefiar o time, Emmo trouxe o icônico mexicano Jo Ramírez.

 

A experiência foi importante, mas o projeto, ao fim e ao cabo, não deu certo. O melhor resultado foi o segundo lugar de Fittipaldi no GP do Brasil, em 1978. O piloto conheceu de perto as dificuldades de empreender em seu país, e o sonho de ter uma equipe brasileira terminou em 1982.

 

De todo modo, a missão de Fittipaldi na principal modalidade de esportes a motor estava completa. Ele já era bicampeão mundial, já tinha popularizado o esporte e aberto as portas para toda uma nova geração de pilotos. Nelson Piquet e Ayrton Senna viriam na esteira de Emmo e seriam, ambos, tricampeões mundiais.

 

A carreira de Fittipaldi, entretanto, ainda teria outros pontos altos. O brasileiro foi competir nos Estados Unidos, tornando-se campeão da Fórmula Indy (1989) e vencendo duas vezes as 500 Milhas de Indianápolis (1989 e 1993). Por tudo isso, Emerson é um dos maiores heróis do esporte brasileiro, e os 50 anos de seu primeiro título de Fórmula 1 merecem uma celebração à altura.

 

 

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