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Fabrício Carpinejar recebe Paula Lima em “A Máquina”

Crédito: Yuri Andreoli
Crédito: Yuri Andreoli

No programa “A Máquina” desta terça-feira, 26 de maio, o apresentador Fabrício Carpinejar entrevista a cantora e compositora brasileira de MPB, Paula Lima.  No bate papo descontraído, a cantora revelou histórias de sua carreira entre opiniões sobre a música e estilo de vida.


Formada em Direito, Paula mostra seu lado justiceira: “Eu tenho uma coisa muito forte que é querer a justiça para todos. Na minha vida, o que sinto de injustiça são coisas relacionadas à carreira e amor. Coisas que eu gostaria que tivessem acontecido, mas não aconteceram”. Sobre o ocorrido, ela revela que ao querer fazer um novo CD e não possuir recursos necessários, foi vítima de uma injustiça: “Nessa época, uma pessoa fala que vai atrás de um projeto mas não faz isso, e ai se passam dois anos, isso é injusto porque eu estava contando com aquilo”.


Ícone da nova MPB, ela explica o que acha quando a rotulam de ‘sambista’: “Eu acho que limita um pouco quando se rotula em um gênero só. Eu admiro demais determinadas deusas do samba e eu precisaria nascer de novo pra ter esse desempenho que elas têm”. Sobre seus estilos musicais, a cantora comenta de onde surgiu essa paixão: “Eu vim de uma família negra onde havia uma mistura muito grande de todos os ritmos e então eu fui me apaixonando por tudo”.


Sobre a carreira, Fabrício Carpinejar pergunta qual foi o momento mais engraçado e divertido que a compositora já viveu. Sobre um show realizado em Tóquio onde não havia brasileiros na plateia, ela conta: “Eles entendiam o que eu queria dizer mas sabiam que eu estava falando errado, então eles dava risada no meio do show. Eu chamei um cara que é brasileiro mas que mora lá e falei: pode falar para eles que eu estou de olho neles. E ai eles riram mais ainda”.


A entrevista completa vai ao ar na próxima terça, às 23h30.