Na série “Cidade Ocupada”, Fred Melo Paiva desvenda o universo do pixo e do grafitti

 

 

Na segunda-feira, dia 11 de abril, Fred Melo Paiva vai em busca de mais um dilema das cidades brasileiras. O próximo Cidade Ocupada abre espaço para compreender a pichação e desvendar a pergunta: Pixo é arte?.

Neste episódio, o a produção da série da TV Gazeta embarca no universo dos pichadores e conversa com os dois lados da moeda: o da prática e o da lei. Para apurar os diferentes pontos de vista, Fred conversa grandes nomes do picho como o grafiteiro Kobra e o pichador Cripta Djan Ivson, que defende a prática como uma forma de expressão: “ é o grito mudo dos invisíveis”.

Com um número recorrente de pichações que alcançam os mais diferentes edifícios e nas mais diversas alturas, Paiva conversa Célia Corcino, superintendente do Iphan-MG (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), e busca entender os prejuízos que o pixo pode trazer à sociedade e seus patrimônios, como por exemplo a Igreja São Francisco de Assis da Pampulha que teve seus azulejos de Candido Portinari pichados.

O apresentador ainda entra em contato com profissionais da área de artes, a designer gráfica Mariana Bernd, artista plástica Aline Van Langendonck e debate com o ex-capitão da ROTA, Conte Lopes, que define a lei como “frouxa” contra os pichadores.

O programa vai ao ar nesta segunda-feira, 11 de abril, às 22h30 na TV Gazeta.


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O lixo, a água, as pessoas, o pobre, o rico, a forma como vivemos. Na ocupação chamada São Paulo, tem sempre uma pergunta que não quer calar.