Fabricio Carpinejar entrevista a cantora Maria Gadú

 

Na última terça-feira, “A Máquina”, da TV Gazeta, capturou mais uma participante. Neste programa, o apresentador Fabricio Carpinejar recebe a cantora Maria Gadú.

Logo no início da conversa, Gadú confessou que nunca pensou em ser cantora: “Eu cantava para tocar violão, mas nunca tive esse lance de cantora, meus ídolos são guitarristas e violinistas”. Sobre o apoio da família tanto na profissão quanto na vida pessoal, a artista revelou: “Minha mãe me alertava contra coisas que eu fazia e não era legal, mas de resto estava tudo bem. E aí foi muito bom para mim, nunca precisei me arriscar para tentar me achar”.

Embora o conforto e a liberdade assumidos dentro de casa, Gadú comentou sobre obstáculos sociais: “As pessoas tratavam de uma forma diferente, a mulher que toca e que carrega seu instrumento”. Completou ao falar sobre os primeiros shows: “Tive que criar uma espécie de valentia para conseguir quebrar essas coisas, não é porque sou menina e resolvi fazer música que eu sou mais frágil.”

A cantora que atingiu o sucesso com a música Shimbalaiê, em 2009, contou que a música tinha sido gravada aos 12 anos de idade e que foi sua mãe que mostrou para o produtor: “Eu mostrei só o que eu queria das minhas músicas e aí a linguaruda da minha mãe falou”. Ainda brincou com a situação: “Minha mãe não tem nem minha certidão de nascimento e tinha guardada essa gravação”.

Sobre futuros planos, ela revelou a vontade de fazer uma expedição cultural: “Tô querendo passar um tempo fazendo residência”.

O programa está disponível no canal da TV Gazeta, no You Tube.


Conteúdo disponível em A Máquina .

A Máquina é o personagem central de um programa de entrevistas diferente: ela é quem conduz a conversa entre seu apresentador e seu convidado "capturado".