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Animais do Pantanal em extinção e como protegê-los

Confira a entrevista com o biólogo Guilherme Domenichelli.

 

Após o retorno da novela Pantanal, o assunto sobre esse patrimônio natural brasileiro voltou à tona. Em 2020, o Pantanal teve ⅓ de sua área afetada pelos incêndios na área. Especialistas alertam que a restauração completa pode demorar anos ou até décadas. Por isso, há uma grande quantidade de animais do Pantanal em extinção, ou correndo risco.

 

Localizada nos estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, o Pantanal abriga em torno de 660 espécies de aves, 100 espécies de mamíferos e muito mais. Além disso, há inúmeros insetos, como mais de 1000 tipos diferentes de borboletas. Aliás, alguns animais são considerados os maiores da sua espécie nas Américas ou no mundo. Agora conheça algumas das espécies de animais do Pantanal em extinção para saber mais sobre cada uma delas:

 

 

Onça-pintada

A onça-pintada é a rainha do Pantanal. O maior felino das Américas tem a terceira mordida mais forte do planeta, perdendo apenas para o tigre e o leão. A onça-pintada pode medir até dois metros e pesar 150 quilos. Além disso, as onças-pintadas são mamíferos que apresentam a cor amarelo-dourado com manchas pretas na cabeça, no pescoço e nas patas.  Atualmente o felino é classificado, segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN), como ‘Quase Ameaçado’. Por fim, isso acontece por conta do desmatamento, expansão da agricultura e caça.

 

Sucuri

As sucuris são serpentes dotadas de grande força muscular e são muito ágeis na água, deslocando-se lentamente em terra. Diferentemente do que muitas pessoas acreditam, as sucuris não possuem veneno. Apesar de sua mordida ser bastante dolorosa, ela não provoca a morte por envenenamento. Na verdade, as sucuris matam suas presas por constrição. Elas enrolam seu corpo musculoso ao redor da presa e vão apertando o corpo da vítima. O aperto interrompe o fluxo sanguíneo de modo que o oxigênio não chega aos órgãos vitais. Isso significa que se a serpente se enrolar na região do peito da presa pode também dificultar a sua respiração. Contudo, esses animais também correm risco de extinção.

 

Arara azul

Embora a população esteja bastante reduzida, a arara-azul é encontrada principalmente no Pantanal, onde ocupa áreas afetadas pelo homem. A espécie está entre as mais inteligentes do grupo das aves. Entretanto, é difícil encontrá-las sozinha em vida livre, pois araras-azuis são aves sociais que vivem em bandos. Mas tráfico de animais e perda do habitat são os fatores que mais prejudicam a espécie e a colocam na categoria de animais do Pantanal em extinção.

 

Tamanduá

O tamanduá-bandeira também representa beleza. Aliás, esse gigante tem características bem interessantes: é o único mamífero terrestre que não possui dentes. O comprimento da cabeça e do corpo é de mais de um metro e meio: só de focinho são quase 45 centímetros. Esse também é um dos animais do Pantanal em extinção.

 

Jacaré

Com uma mandíbula forte, cauda e pés com garras poderosas, a espécie mede, em média, três metros de comprimento. Além disso, também controla a população de insetos e dos transmissores de doenças como a barriga-d’água. As fezes servem de alimento a peixes e outros seres vivos. A situação dos jacarés está menos preocupante nos últimos anos, mas esses animais ainda correm risco de extinção.

 

Cateto

O cateto é um mamífero semelhante ao javali. As principais diferenças entre membros desta família e os “porcos verdadeiros” são a presença de glândula próxima a cauda que produz um cheiro forte. Inclusive esse cheiro serve para marcar território e ajudar no reconhecimento entre indivíduos. Contudo, devido à sua grande semelhança com o javali, é chamado também de porco-do-mato.

 

Quer descobrir como proteger esses animais do Pantanal em extinção e saber sobre as alterações nesse bioma?

 

Confira a entrevista com o biólogo Guilherme Domenichelli.