TV Gazeta ícone da TV Gazeta ícone da TV Gazeta +551131705643 TV Gazeta - Programação ao vivo, receitas, notícias, entretenimento, esportes, jornalismo, ofertas, novidades e muito mais no nosso site. Vem pra #NossaGazeta!
Av. Paulista, 900 - Bela Vista 01310-940 São Paulo SP BR
ícone da TV Gazeta TV Gazeta - Programação ao vivo, receitas, notícias, entretenimento, esportes, jornalismo, ofertas, novidades e muito mais no nosso site. Vem pra #NossaGazeta! TV Gazeta, Receitas, Revista da Cidade, Você Bonita, Mulheres, Gazeta Esportiva, Jornal da Gazeta, Mesa Redonda, Troféu Mesa Redonda, Papo de Campeões, Edição Extra, Gazeta Shopping, Gazeta Superofertas, Fofoca

Juros no cartão e no cheque especial são recorde

Essa alta dos juros das linhas de crédito mais caras não é novidade. É uma estratégia de defesa do mercado diante do risco de inadimplência.

Juros no cartão e no cheque especial são recorde Essa alta dos juros das linhas de crédito mais caras não é novidade. É uma estratégia de defesa do mercado diante do risco de inadimplência.
Logo do programa Jornal da Gazeta
Essa alta dos juros das linhas de crédito mais caras não é novidade. É uma estratégia de defesa do mercado diante do risco de inadimplência. Risco que só aumenta com o cenário que temos hoje no País, bem difícil para os consumidores. É a inflação ainda muito alta, reajustes salariais que para a maior parte das categorias sequer repõe as perdas inflacionárias e o desemprego. A inadimplência já bateu em 6,3%, a mais alta desde 2013. Por causa disso, podemos ter novos recordes dos juros. O consumidor é que deve fugir, o máximo que puder, dessas linhas. Há opções mais bararas, que até têm tido alguma redução, como o consignado, que está com a taxa média em 29,6%. Pra quem não tem como conseguir um outro empréstimo, os cartões costumam oferecer parcelamento. Os juros não são uma maravilha, mas podem ser a metade ou até menos do cobrado no rotativo e com parcelas fixas. Uma hora a dívida acaba! O problema é que, nesse caso, o cartão fica bloqueado. E muita gente descarta o parcelamento pra não ficar sem esse crédito, apesar da possibilidade de a dívida não parar de crescer, se ficar rolando os gastos no rotativo ou, mesmo, no cheque especial. Agora, é bom considerar que o pior, em termos de planejamento financeiro, é demorar demais pra fazer um ajuste. Isso não dá certo nas finanças pessoais, nas das empresas, nem do governo. Basta ver a crise que estamos enfrentando por causa da irresponsabilidade na gestão das finanças públicas. Detalhe: com a inflação rodando acima do esperado, fica mais difícil o Banco Central cortar os juros básicos, o que poderia ajudar a dar uma freada nas taxas para os consumidores. O relatório Focus, do Banco Central, trouxe a sexta alta consecutiva da projeção do mercado para a inflação, agora para 7,29%. E aí, para o mercado, a taxa básica, hoje em 14,25% ao ano, deve cair, no máximo, pra 13,25%. Pouco. Agora, independentemente disso, os juros na ponta final, para os consumidores, por mais altos que estejam, podem, mesmo, subir mais. Eu volto na quinta. Até lá.
Leia mais sobre:
Siga o Jornal da Gazeta nas redes sociais