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O que fazer com a dívida no cartão de crédito

Imagine que você tem uma dívida de 10 mil reais. Imagine que, com as taxas de juros que você paga, essa dívida vai para uns 50 mil reais, depois de um ano.

O que fazer com a dívida no cartão de crédito Imagine que você tem uma dívida de 10 mil reais. Imagine que, com as taxas de juros que você paga, essa dívida vai para uns 50 mil reais, depois de um ano.
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Imagine que você tem uma dívida de 10 mil reais. Imagine que, com as taxas de juros que você paga, essa dívida vai para uns 50 mil reais, depois de um ano. Outro ano depois, imagine que essa dívida foi para mais de 250 mil reais.
Que dívida horrorosa é essa? É o que aconteceria se você tivesse ou, terrível, tem uma dívida em cartão de crédito, no rotativo, aquela conta que você não paga quando chega a fatura.

 
O Banco Central informou ontem que a taxa média de juros no rotativo do cartão de crédito está em 414% ao ano, em média. Assim, uma dívida que começa com 10 mil, vira 51.400 um ano depois e 264 mil no segundo ano, para ser mais preciso.
Ou seja, é falência na certa.

 
Se você entrou nessa dívida, o que fazer?
Primeiro, ajustar suas despesas. Quem está no cartão de crédito ou à beira de entrar, tem de cortar tudo o que não seja essencial. Mas tudo mesmo.
Segundo, é preciso liquidar a dívida. Se possível, venda um bem qualquer. É uma situação radical.

 
Terceiro, troque de empréstimo. Isto é, tente pegar um empréstimo a taxa de juros mais barata e pague a dívida do cartão. Até os juros do cheque especial estão menores do que o do cartão, apesar de também absurdos: em média 264% ao ano.
Uma opção melhor é conseguir um crédito consignado, aquele que é paga com desconto direto no seu salário ou rendimento. Mas nem todo mundo consegue. Esse empréstimo é limitado a aposentados ou pensionistas doINSS, servidores públicos e para funcionários de algumas empresas que fizeram acordos com bancos.

 
Outra opção é o empréstimo pessoal no banco. Tem de ir lá, negociar total, prazo e juros. Valor, prazo e juros dependem do seu histórico no banco, o tempo que você é cliente, quanto você já trabalhou com o banco e como _tudo depende de seu histórico de crédito. Mas, quase sempre, esse empréstimo deve sair mais barato que cartão, muito mais.

 
Enfim, em caso terminal, de falta de alternativas, se você quebrou e a dívida está lá aumentando, sem solução, o caso é de renegociar com o banco. Nesse caso, é preciso arrumar algum dinheiro para pagar o que restar da dívida, depois da renegociação.
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